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Parlamento catalão adia sessão para discutir quem assume presidência da região

Única candidatura é a de Carles Puigdemont, que foi destituído após a declaração unilateral de independência. Espanha se opõe.
Presidente do Parlamento Catalão, Roger Torrent, em pronunciamento desta terça-feira (30) no qual adiou sessão que discutiria posse de Carles Puigdemont como presidente da Casa (Foto: Rafael Marchante/ Reuters)

O presidente do Parlamento da Catalunha, Roger Torrent, adiou a sessão que discutiria a posse do novo presidente regional que estava prevista para esta terça-feira (30), de acordo com o jornal espanhol “El País”.
Apesar das barreiras judiciais e da ferrenha oposição do governo da Espanha, a única candidatura é a de Carles Puigdemont, que foi destituído após a declaração unilateral de independência da região em 2017.
Poucos antes do presidente do Parlamento catalão tomar a decisão de adiar a sessão, o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, já tinha advertido sobre as possíveis consequências judiciais caso permita uma posse não presencial de Puigdemont, segundo a France Presse.
Em uma entrevista ao canal público TVE poucas horas antes da sessão parlamentar, Rajoy recordou que o Tribunal Constitucional proíbe uma posse a distância de Puigdemont, que está na Bélgica desde outubro. O premiê afirmou ainda que se Torrent permitir a posse nessa situação "incorreria em responsabilidades por não cumprir uma resolução dos tribunais".
Charles Puigdemont chega ao aeroporto de Copenhagen, na Dinamarca (Foto: Tariq Mikkel Khan/Scanpix Denmark via Reuters)

Por causa desta decisão judicial, Puidement é obrigado a pedir permissão pessoalmente ao juiz que coordena o processo contra os principais nomes do independentismo catalão, para conseguir comparecer à Câmara. O próprio Puigdemont recorreu contra a decisão e o Tribunal Constitucional se reunirá nesta terça-feira para uma decisão a respeito.
Puigdemont deixou a Catalunha, junto com quatro conselheiros de seu Governo, para evitar comparecer perante a Justiça espanhola que o acusa dos supostos crimes de rebelião, secessão e malversação de cargos públicos, ao ter liderado o processo separatista que terminou com a declaração unilateral de independência em 27 de outubro. 




Por G1 
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