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| Apenas as rodas traseiras serão reaproveitadas (Foto: Arquivo) |
Servidores do
Tribunal de Justiça de Roraima, em ato de solidariedade, se mobilizam
para ajudar o servidor público Roodger Nathanael Menezes que teve seu
veículo consumido por chamas, por conta de um incêndio ocorrido na
última segunda-feira, 18, na Avenida José Tabira de Alencar Macedo,
bairro Caranã, em frente ao prédio Fórum Criminal Ministro Evandro Lins e
Silva.
“Roodger é uma pessoa incrível, alegre,
sempre prestativo, servidor exemplar, todos gostam dele no TJRR. Estamos
comovidos com o ocorrido e engajados em ajudá-lo”, disse a servidora
Manuella Parente.
Comovidos, muitos servidores já
contribuíram de alguma forma a fim de tentar sanar os prejuízos. “O
gesto de carinho com nosso colega vem de todos. Quando ficou confirmado
que era o carro dele, nós ficamos em estado de ‘choque’ e ao mesmo tempo
solidários com a situação”, contou.
Em entrevista à Folha, Roodger contou
que estava saindo do trabalho, quando percebeu a correria de colegas,
sendo informado que algo estava sendo consumido por chamas fora do
prédio. “Soube que algo (possivelmente galhos de árvore) estava pegando
fogo, vi que era próximo do meu carro, quando corri pra ver se poderia
tirá-lo de lá já era tarde”, lamentou. “Do carro só se aproveitam as
rodas traseiras, mas sem recuperação. Estou indo de carona pro trabalho e
me virando como posso”, completou. Dúvidas e informações para doações
podem ser obtidas por meio do número 95 98101-0100.
CASO – No início da
tarde de segunda-feira, 18, um incêndio consumiu o veículo modelo
Suzuki/Vitara, cor prata, em frente ao prédio Fórum Criminal Ministro
Evandro Lins e Silva. Conforme informações de Roodger, o incêndio teria
começado nas galhadas, mas ainda sem informações sobre a origem do fogo.
As chamas se espalharam rapidamente
devido a forte ventania e algumas galhadas secas que estavam próximas. O
Corpo de Bombeiros foi acionado e foi possível conter as chamas e não
houve feridos. Para confirmação da causa do incêndio, o laudo pericial
precisa ser confirmado e investigado para saber se o incêndio foi
criminoso ou acidental, tendo em vista que o proprietário do veículo não
presenciou o princípio do fogo. (E.M)
Por Erik Mota





