‘Nem’ estava foragido do sistema prisional desde outubro de 2016, quando recebeu o benefício da saída temporária
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| Na ficha criminal, ‘Nem’ tem dois nomes: Edivaldo dos Santos e José Marcos Coutinho da Silva (Foto: Divulgação/Dicap) |
Equipes da Divisão
de Inteligência e Captura (Dicap) da Secretaria de Justiça e Cidadania
(Sejuc) em parceria com policiais militares do Departamento de
Informação e Inteligência (DII/PMRR) conseguiram prender um foragido do
sistema prisional de Roraima que tem dois nomes em sua ficha criminal:
Edivaldo dos Santos e José Marcos Coutinho da Silva, vulgo “Nem”, de 40
anos. A ação foi realizada na madrugada de ontem, 16, na Vila do Apiaú,
município de Mucajaí, na região centro-oeste do Estado.
O homem estava foragido da Cadeia
Pública de Boa Vista, onde cumpria pena, condenado por estupro. Ele
estava foragido desde o dia 13 de outubro de 2016, quando recebeu da
Justiça o benefício da saída temporária e não retornou ao presídio.
Após uma série de investigações, os
policiais chegaram ao paradeiro de “Nem” e efetuaram a prisão. A Dicap
apurava o caso desde a data em que o indivíduo se evadiu. O foragido
teria passado um longo período de tempo numa área de garimpo e retornado
à Boa Vista recentemente.
“Hoje por volta das 3 horas da manhã, as
equipes se deslocaram até a Vila do Apiaú e conseguiram recapturar o
foragido, que dormia em uma rede nos fundos de uma residência. Ele foi
cercado, não teve possibilidade de reação. Após a prisão, o foragido foi
conduzido até a Dicap e, após procedimentos de rotina, foi levado à
Cadeia Pública de Boa Vista [CPBV] para dar continuidade no cumprimento
de sua pena”, informou a Dicap.
IDENTIFICAÇÃO – Como o
indivíduo responde criminalmente na Justiça com dois nomes distintos,
teve que ser encaminhado ao Instituto de Identificação Odílio Cruz para
que pudesse ser devidamente identificado, uma vez que não possui cédula
de identidade com número de Registro Geral (RG) do Estado de Roraima.
Somente após o laudo dos peritos será possível saber o verdadeiro nome
do indivíduo. Quando preso, ele se identificou à Dicap como Edivaldo.
(J.B)
Por João Barros





